A medicina da doença: o que é e como superá-la?

medicina da doença

07.08.2018 por Rafael Kraisch

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A medicina da doença, infelizmente, está presente em nossas vidas mais que a medicina preventiva.

A adoção de hábitos saudáveis não é incentivada em nossa cultura. Não somos estimulados a manter uma alimentação balanceada, praticar um esporte ou falar sobre os nossos sentimentos. Você já se perguntou o porquê disso?

Essas atitudes, quando integram a rotina das pessoas, diminuem muito as chances de desenvolvimento de doenças. Você consegue imaginar quantos hipertensos existiriam se fosse difundido o conceito de vida saudável?

Muitas vezes, pensamos que as pessoas não adotam esses hábitos por falta de tempo ou dinheiro. Infelizmente, num futuro próximo, elas terão muito mais custos adquirindo remédios e devem parar o que estão fazendo para fazer tratamentos dispendiosos. Vamos entender melhor?

Entendendo a medicina da doença

Os mecanismos desse estilo médico contam com o lucro como mola propulsora. Assim, em vez de estimular a população a praticar exercícios, a medicina da doença cria um cenário em que a falta de exercícios leva ao desenvolvimento de doenças. Esses problemas podem ser físicos ou emocionais.

Ao procurar ajuda, o paciente recebe a receita de um medicamento. Tal sintoma apresentado anteriormente pode até amenizar ou sumir, seja uma dificuldade para dormir ou algum desconforto estomacal. Mas, não demora para outros problemas se manifestarem.

O consumo de medicamentos para solucionar problemas que seriam evitáveis enquanto desencadeia outros é o que conhecemos por medicina da doença. Em um curto período, a pessoa que apresentou um único desajuste em sua saúde logo está apresentando diversas doenças e gastando boa parte do seu salário em remédios.

Como boa parte das doenças adquiridas ou desenvolvidas nesse processo são crônicas, não é raro encontrar quem tome remédios para sempre. Remédios estes que, muitas vezes, não apenas influenciam negativamente na qualidade de vida da pessoa como trata de abreviá-la.

Como fugir disso?

Quero deixar claro que não sou contra o uso de remédios e considero importante o avanço científico da medicina. Porém, considero condenável o abuso de alguns profissionais que prescrevem medicamentos em vez de orientar o paciente a procurar qualidade de vida.

Acredito que, se alguém está com problemas emocionais, não é um antidepressivo que vai resolver essas dores. Podem ser uma parte do tratamento, desde que a pessoa tenha maturidade para enfrentar seus problemas e não se deixe levar pelo medicamento como uma solução mágica. Falo desse assunto, também, neste post.

Muito mais do que o dinheiro, as pessoas estão entregando suas próprias vidas nas mãos de profissionais inescrupulosos. Se você, assim como eu, não quer ver as pessoas sofrendo, compartilhe este post e converse sobre o assunto. Procure um hipnoterapeuta, um psicólogo, ajuda religiosa ou mesmo auto-ajuda. Qualquer ajuda que passe longe da medicina da doença é válida.

Valorize a atitude mental e emocional positiva!

Te convido a mergulhar de cabeça no processo da Hipnose comigo, Rafael Kraisch.

Para entender como a medicina da doença pode trazer impactos desastrosos, assista ao vídeo abaixo. Aproveite para se inscrever em meu canal do Youtube onde posto vídeos novos toda semana.

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